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Estudande de Medicina Veterinária na UNESP
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29 de setembro de 2010

Notícia do dia - UOL

Um raio matou 18 cabeças de gado em uma fazenda no município de Uberaba, Minas Gerais, no final da tarde de ontem (28). O gado se protegia da chuva sob uma árvore quando ocorreu a descarga elétrica 



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Notícia do dia - UOL

Polícia da Tailândia apreende 1.140 tartarugas e crocodilos na bagagem durante procedimento da alfândega em Bancoc.

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24 de julho de 2010

Veterinários diagnosticam lixo como uma das causas da morte de pinguins no litoral de SP

Veterinários do Aquário Municipal de Santos (litoral de São Paulo) diagnosticaram que a ingestão de lixo foi uma das causas da morte de alguns dos 566 animais marinhos encontrados mortos no litoral de São Paulo entre sexta-feira (16) e domingo (18). 

Os pesquisadores fizeram autópsia em 15 pinguins e uma tartaruga-verde e detectaram a ingestão de lixo, desequilíbrio energético, parasitas e uma doença pulmonar causada por fungo. 

Segundo a assessoria da Prefeitura de Santos, já foram recolhidos na praia da Gaivota, em Praia Grande (Baixada Santista), 533 pinguins, 28 tartarugas e cinco golfinhos mortos desde o dia 6 de julho. Uma tartaruga-de-pente encontrada viva está sendo tratada no Aquário. 

De acordo com a veterinária Cristiane Lassálvia, é comum o aparecimento de pinguins nesta época do ano, que fogem do inverno na Patagônia. O desequilíbrio energético, que debilitou os animais e facilitou o surgimento de doenças parasitárias, decorreu da falta de alimento adequado para a espécie.


Pingüim Adélia na ilha rei Goerge


"Na Patagônia, eles consomem anchoítas, que formam enormes cardumes, com centenas de milhares de peixes. Mas no litoral brasileiro encontram sardinhas, bem mais ágeis que as anchoítas, em cardumes menores e mais espalhados", afirmou a veterinária. 

Com menos alimento e mais desgaste físico para garantir a sobrevivência, os animais apresentaram desequilíbrio energético, o que facilitou a presença de parasitas e fungos. "Cerca de 60% dos animais debilitados morrem nas primeiras 48 horas", afirmou o veterinário Gustavo Dutra, que explicou que o mar agitado também contribuiu. Ele acredita que os animais trazidos pela ressaca em avançado estágio de decomposição morreram em alto mar e serviram de alimento para outras espécies marinhas. 

Outros animais recolhidos em Bertioga, Itanhaém e Peruíbe --também na Baixada Santista (SP)-- foram resgatados pelo Cram (Centro de Reabilitação de Animais Marinhos), que também faz necropsias para investigar as mortes. Localizada na ilha dos Arvoredos, no Guarujá, a entidade é parceira do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis).



Fonte: Folha Online
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23 de julho de 2010

Primeiros socorros para cães e gatos!!!


Em situações de emergência, procedimentos rápidos são essenciais e podem salvar a vida do seu mascote. Ai vão algumas dicas pra vocês...







Se o seu pet sofresse um acidente, você saberia o que fazer para salvá-lo, antes que ele pudesse ser atendido por um especialista? Em muitas situações de emergência, o bichinho não pode esperar pelo atendimento especializado, e é nessas horas que procedimentos simples e eficazes podem ser executados pelos próprios donos. Prevenir acidentes comuns — como afogamento, intoxicação e quedas — ainda é o melhor a fazer, mas quando o pior acontece, é preciso ter calma para que o animal não sofra sequelas. Ter em mãos um manual do que fazer ainda em casa pode fazer toda a diferença.
Segundo a médica veterinária Tatiana Gomes, os casos mais atendidos na emergência, quando se trata de cães, são envenenamento, afogamento e atropelamento. Já com os gatos, as quedas são campeãs no atendimento de urgência. “Colocar uma escadinha na piscina, onde afogamentos são comuns, é uma boa maneira de evitar acidentes mais sérios. O problema não é o cachorro cair, é ele não conseguir sair da água”, orienta.
Deixar objetos cortantes e tóxicos soltos pela casa, por exemplo, pode causar danos graves à saúde dos bichinhos. Sintomas de intoxicação, como vômito com sangue, salivação em excesso, perda de apetite e zonzeira, são avisos de que aquele pote de analgésico largado em cima da mesa foi devorado pelo animal. Se o dono tiver a prova do descuido, é necessário levá-la ao veterinário para facilitar o diagnóstico.
Embora tomar os devidos cuidados em relação aos animais de estimação não exija muito esforço, vez ou outra, acidentes acontecem. De acordo com Tatiana, o melhor a fazer, principalmente quando não se sabe como agir, é levar o animal machucado imediatamente para o atendimento especializado.
– Em casos de atropelamento, o animal deve ser levado o mais imobilizado possível, para não piorar a situação dele – alerta. – Tentar colocar uma tala pode ser pior quando a pessoa não sabe como fazer. O cachorro, quando ferido, pode reagir mordendo o próprio dono – explica.
Apesar disso, o socorro imediato ainda em casa, em alguns casos, pode ajudar. Essa é a proposta da americana especializada em medicina de emergência Amy D. Shojai, que escreveu o livro Primeiros socorros para cães e gatos. A obra, que ganhou recentemente uma versão em português, é um manual de como detectar sintomas, prevenir e proceder em acidentes.
O livro foi feito com a colaboração de mais de 80 veterinários brasileiros e americanos, e ensina ao leitor técnicas básicas de primeiros socorros. Entre elas, como reanimar o bichinho no caso de parada cardiorrespiratória e como limpar ferimentos. Além disso, o dono aprende a identificar o problema do animal a partir de sintomas que ele apresenta. Um exemplo é a falta de apetite, que pode estar ligada a sérios problemas, como o torcicolo, a incontinência, a inalação de fumaça e até o edema na mandíbula.

KIT BÁSICO
O livro Primeiros socorros para cães e gatos lista alguns itens para compor um kit de primeiros socorros. Tenha em casa: termômetro clínico, tosquiador elétrico (para cortar os pelos nos locais de machucados), soro fisiológico e tesoura sem ponta. Um dono de cão ou gato sem conhecimento da literatura veterinária nem se compara a um médico especialista no assunto, mas, em casos de emergência, um guia prático do que fazer em acidentes pode adiantar o trabalho dos veterinário e salvar a vida do animal de estimação.
Entre os mais de 150 acidentes para os quais o livro apresenta soluções, listamos passo a passo do que se deve fazer quando o bichinho sofre uma convulsão, mais comum em cachorros do que em gatos:
Convulsões
1º Leve o animal para um local seguro, para que, ao se debater, ele não se machuque.
2º Não tente segurar a língua do bichinho: as mordidas são fortes devido à situação dele. Além disso, ela não representa perigo, já que os animais não conseguem engoli-la.
3º Ligue o ar-condicionado ou o ventilador do ambiente. A convulsão superaquece o animal e ele precisa ser resfriado.
4º Mantenha o ambiente silencioso. O barulho pode prolongar a convulsão e agitar ainda mais o animal. Cubra o bichinho com um lençol para acalmá-lo e aguarde. A situação pode durar de 10 segundos a três minutos.
5º Ofereça mel ao bichinho. Casos de hipoglicemia (baixa taxa de açúcar no sangue) são mais comuns em filhotes, mas é possível que cães adultos diabéticos ou doentes por um longo período sejam afetados. Pingue o mel nas gengivas. Para animais abaixo de 22kg, dê uma colher. Acima desse peso, os de até 35kg podem tomar 2 colheres. Os animais mais pesados, com mais de 35 kg, tomam 2 colheres e meia, e os gigantes, com mais de 50kg, podem ingerir até 3 colheres de sopa. Se a convulsão for causada pela hipoglicemia, ela não vai parar enquanto o animal não ingerir o açúcar. Portanto, é importante que o mel seja dado durante a convulsão.
Sintomas
Como identificar por meio da mucosa do bichinho, o problema dele e a gravidade
Mucosa rosa
Normal, não há necessidade de levá-lo ao veterinário.

Mucosa azul
Asfixia ou inalação de fumaça. É necessário consultar o veterinário imediatamente.

Mucosa pálida a branca
Anemia ou choque. Chame o veterinário ou leve o bichinho o mais rápido possível.

Mucosa vermelho-cereja-brilhante
Insolação ou intoxicação por monóxido de carbono. Leve o animal ao especialista imediatamente.

Mucosa amarela
Problemas hepáticos. Embora não seja necessário levar o bichinho no mesmo momento ao veterinário, é preocupante. Portanto, tente levar ao menos no mesmo dia.
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21 de junho de 2010

Safari é criticado por trancar animais em celas apertadas


O Woburn Safari Park, no Reino Unido, tem sido criticado por trancar seus animais em celas apertadas, inadequadas e inseguras. Uma investigação do Departamento de Meio Ambiente, constatou que o parque abriga até três leões em um alojamento de dez metros quadrados de concreto, por até 18 horas por dia. As informações são do Dailymail.
Os alojamentos são descritos no inquérito como "deficiente em matéria de tamanho" e "estruturalmente defeituosos e perigosos". O local atrai quase 500 mil visitantes por ano. O parque admite que seus alojamentos atuais são insuficientes e que locais mais modernos estão sendo construídos.
No entanto, o relatório alerta que os novos lugares não estarão prontos antes do próximo ano, tempo limite para que o problema seja resolvido. Os leões foram alojados em locais impróprios com "nenhuma disposição para alimentação individual ou em áreas de dormir". O relatório também aponta que leões-marinhos foram mantidos em água clorada o que afetou a visão dos animais.

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3 de maio de 2010

Conselho define regras de mutirões de castração

Araçatuba - O (Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo) publicou resolução que define regras aos mutirões para castração decães e gatos. De acordo com a entidade, as novas regras pretendem dar garantias de qualidade nesse tipo de ação, que tem sido comum nos municípios do Estado. 

A APA (Associação Protetora dos Animais) de Araçatuba apoia a iniciativa do conselho e cobra que a Prefeitura faça um trabalho como este na cidade. A administração municipal, que não oferece o serviço de castração, afirmou ontem (13) que não há previsão para a realização de esterilização em massa de cães egatos no município. Na cidade, além das clínicas particulares, o serviço é oferecido pelo Hospital Veterinário da Unesp (Universidade Estadual Paulista).

O documento do conselho, que foi divulgado no Diário Oficial, está sendo encaminhado aos prefeitos de todo o Estado e vai auxiliar na organização e realização dos mutirões. A resolução aborda, entre outros tópicos, a composição da equipe que irá realizar as cirurgias; como deve ser o ambiente onde o evento será realizado; os procedimentos cirúrgicos (pré, trans e pós-operatórios); e os materiais e recursos que devem ser utilizados.
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29 de abril de 2010

CAMPANHA DE MAIO - AFTOSA


Bois e búfalos de 20 estados e do Distrito Federal serão imunizados contra a febre aftosa, a partir deste sábado (1º), na primeira etapa da campanha de vacinação de 2010. Após a aplicação das doses, os produtores rurais devem comprovar a vacinação, nas agências de defesa agropecuária dos estados.

Deve ser vacinado todo o rebanho do Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Sergipe, Tocantins e do Distrito Federal. No Espírito Santo, Mato Grosso, Paraná e São Paulo serão imunizados apenas os bovinos e búfalos com até 24 meses de idade. Em Rondônia, a campanha, que teve início em 15 de abril, termina em 15 de maio. Em Mato Grosso do Sul, os produtores do Pantanal que optaram pela vacinação em maio devem imunizar todo o rebanho e, na região do Planalto, apenas os animais com menos de dois anos.

O rebanho brasileiro é composto por 204 milhões de bovinos e pouco mais de um milhão de búfalos. Nesta etapa da campanha, 153,7 milhões de animais devem ser vacinados. No ano passado, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento registrou cobertura vacinal média superior a 97%, em todo o País.

O secretário de Defesa Agropecuária, Inácio Kroetz, lembra que a vacinação obrigatória, no período estabelecido pelo calendário oficial, é obrigatória e o seu cumprimento é fundamental na prevenção da doença.


Fonte: Mapa
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